14/02/2020 10h57 - Atualizado em 14/02/2020 16h29

Desembargadora do TRE alerta camaquenses sobre recadastramento biométrico

Além de impedir voto nas eleições, não realização do processo impede matrículas em universidades e prestação de concursos públicos
Por: Kevin Oswaldt / Acústica FM Foto: Victória Renner / Acústica FM
Desembargadora do TRE alerta camaquenses sobre recadastramento biométrico

A presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul, desembargadora Marilene Bonzanini, alertou a comunidade camaquense sobre a urgência do recadastramento biométrico. Em entrevista concedida à emissora durante a Assembleia de Verão da Famurs, em Capão da Canoa, nesta quinta-feira (13), Marilene destacou que Camaquã tem um dos piores índices do processo no Rio Grande do Sul.

De acordo com dados atualizados até o momento da entrevista, dos 50.750 eleitores de Camaquã, apenas 32.420 realizaram o recadastramento. Diante disso, cerca de 18 mil eleitores tem apenas 20 dias úteis, até o dia 11 de março, para realizarem o processo.

Caso o recadastramento não seja realizado até a data, o eleitor tem o título cancelado até novembro, quando reabre o cadastro eleitoral. Para Marilene, a não realização do recadastramento biométrico traz uma série de transtornos para a comunidade. Eleitores com título cancelado não podem realizar alguns serviços, tais como: financiamento, matrícula em universidades, inscrição para concurso público e benefício previdenciário.

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