Justiça

Entrevista: saiba como vai funcionar o Júri do Caso da Boate Kiss

Rádio Acústica FM estará acompanhando o Juri diretamente do Foro Central de Porto Alegre
Por: Airton Lemos
Publicado em: 29/11/2021 às 15h10
Atualizado em: 29/11/2021 às 15h30
Entrevista: saiba como vai funcionar o Júri do Caso da Boate Kiss Incêndio causou a morte de 242 pessoas e deixou mais de 600 feridos. Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

Na próxima quarta-feira (1°), terá início o júri do caso Kiss, que deve ser o mais longo da história do Poder Judiciário gaúcho. O incêndio, ocorrido em 27/01/13 na Boate, em Santa Maria, vitimou 242 pessoas e deixou outras 636 feridas. O julgamento também é considerado o mais complexo, envolvendo cerca de 200 servidores de 20 setores do TJRS, que atuam na organização, logística, segurança, comunicação e transporte.

O Tribunal do Júri será presidido pelo Juiz de Direito Orlando Faccini Neto e será realizado no plenário do 2° andar do Foro Central I, na Capital, diariamente, a partir das 9 horas.

Confira abaixo mais informações sobre o julgamento:

CASO

Em 27 de janeiro de 2013 a Boate Kiss sediou a festa universitária “Agromerados”. No palco, se apresentava a Banda Gurizada Fandangueira, quando um dos integrantes disparou um artefato pirotécnico, atingindo parte do teto do prédio, que pegou fogo. O incêndio, que se alastrou rapidamente, causou a morte de 242 pessoas e deixou mais de 600 feridos.

RÉUS

Elissandro Callegaro Spohr (sócio da boate), Mauro Londero Hoffmann (sócio da boate), Marcelo de Jesus dos Santos (vocalista da Banda Gurizada Fandangueira) e Luciano Bonilha Leão (produtor musical).

TRIBUNAL DO JÚRI

O Tribunal do Júri é composto pelo Conselho de Sentença, formado pelo seu Juiz Presidente, Orlando Faccini Neto, titular do 2º Juizado da 1ª Vara do Júri da Comarca de Porto Alegre, e por 7 jurados que serão escolhidos por meio de sorteio na manhã de quarta-feira (1°/12). A Rádio Acústica FM estará no Foro Central da capital, com boletins ao vivo sobre o juri.

A reportagem da Acústica FM ouviu o professor de direito penal André Cezar sobre o assunto: