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Publicado em 28/11/2018

O ESCLARECIMENTO É O CAMINHO

Por: Gilberto Simões Pires Foto: Divulgação

Por muitos anos, notadamente a partir do governo Geisel, os nossos governantes, todos -SOCIALISTAS-, trataram de influenciar (com forte ajuda da mídia) milhões de BRASILEIROS SEM NOÇÃO para que acreditassem piamente que o melhor para o nosso empobrecido País era criar ESTATAIS.

Mesmo que as pesquisas atuais indiquem que a maioria dos deputados eleitos (60%) se declara favorável a PRIVATIZAR, o fato é que ainda é imenso o contingente de EQUIVOCADOS. Para boa parte desses contrários, a existência de estatais pressupõe um sentimento de PATRIOTISMO misturado com NACIONALISMO. Pode?

Ora, se por um lado os governantes SOCIALISTAS, por convicção ideológica, conseguiram criar mais de 400 ESTATAIS (somando as federais, estaduais e municipais), quem mais vem tratando de defender a existência destes legítimos monstrengos são os seus FUNCIONÁRIOS -CORPORATIVISTAS-.

Diante desta resistência, ainda que agora já em grau bem menor, antes de xingar os contrários às PRIVATIZAÇÕES, que de resto não contribui para o devido convencimento, o melhor, senão o único, caminho a ser trilhado é o ESCLARECIMENTO, através da relação CAUSA/EFEITO.

Vejam que enquanto o Estado Brasileiro mantém centenas de estatais, o INVESTIMENTO PÚBLICO, realmente é capaz de melhorar a vida da sociedade, é simplesmente insignificante. Segundo levantamento do Observatório de Política Fiscal do IBRE/FGV, entre 2000 e 2017, a média anual do investimento público no Brasil foi de apenas 1,92% do PIB, a segunda mais baixa entre um grupo de 42 países.

Mais: ficar sentado em cima de um patrimônio que rende quase nada ( isto quando consegue ser positivo) enquanto a DÍVIDA PÚBLICA cresce sem parar, é algo simplesmente criminoso. O povo não ganha nada com as ESTATAIS, mas perde tudo com a falta de EDUCAÇÃO, SANEAMENTO, MOBILIDADE URBANA E TRÂNSITO, para ficar só por aí.

De novo: vender estatais não significa que elas vão deixar o País, o Estado e o Município. Da mesma forma não significa que vão deixar de prestar os serviços. Ao contrário: nas mãos da iniciativa privada os serviços prestados só podem melhorar.

 

 

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