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Publicado em 11/01/2019

E o arroz? Ah sei lá “o bagulho” queimou

Por: Simone Cortez

Em vários estudos percebi a notável persistência das pessoas ao valorarem o “falso saber”. Acredita-se que o trabalho na infância que busca a aprendizagem acelerada, a sobrecarga de informações, experiências fora do tempo ou idade, seja um incentivo para estar à frente. Porém, esse excesso é retrocesso e preocupante. As terapias alternativas estão aí para quebrar os registros maléficos do crescimento pessoal.

Você já se questionou se os desmedidos incentivos modernos de educação de seus pequenos não excederam para uma bomba de tarefas intermináveis? A busca pelos “experts”, os mais inteligentes, habilidosos ou corajosos a seu gosto é veneno! Resulta na ansiedade de não ficar para trás, na frustração de não estar a frente, mas “à frente” do que, se cada um tem seu tempo? Quantos esportes e aulas de tudo eles participam? Isso podeajudar a atrasar tudo! O índice de busca por consultórios psicológicos e terapias alternativas para reverter esse triste quadro é assustador: adultos perdidos em si mesmos, jovens sem sonhos, sem amor profissional? E o arroz? Ah sei lá “o bagulho” queimou!

Várias ferramentas existem para reorganizar a bagunça interna, a exemplo da PNL que é uma técnica que direciona o foco, respeita sua personalidade e suas reais paixões; a meditação que conecta o nosso eu com o universo, acalmando nossa mente; o ho’ponopono que visa à quebra de memórias daninhas para que sua vida flua e tantos outros recursos alternativos, além de um esporte e uma religião, eu disse 1!

A notícia é boa! É possível, não importa a idade, desbloquear os traumas, que nos impedem de vivermos com nosso próprio brilho. Então respire! Não existe fórmula mágica, mas tudo tem seu tempo! Já diz o ditado: a pressa é inimiga da perfeição!

Busque sua paixão realizando uma coisa de cada vez!

#dilemasdomubdomoderno

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