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2023 é o ano mais quente já registrado no planeta Terra

O calor é o resultado das contínuas emissões de gases causadores do efeito estufa.
Foto: Pixabay
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As temperaturas globais atingiram níveis excepcionalmente elevados em 2023, anunciou hoje o Serviço Copernicus para as Alterações Climáticas (C3S), implementado pelo Centro Europeu de Previsões Meteorológicas a Médio Prazo em nome da Comissão Europeia e com financiamento da UE. Os dados foram divulgados na manhã desta terça-feira (09), pela MetSul Meteorologia.

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As temperaturas globais sem precedentes a partir de junho fizeram com que 2023 se tornasse o ano mais quente de que há registo, ultrapassando por uma larga margem 2016, o ano anterior mais quente.

O ano de 2023 marcou a primeira vez desde que há registo que todos os dias num ano tiveram temperatura média global diária ultrapassando 1°C acima do nível pré-industrial de 1850-1900. Perto de 50% dos dias do ano foram mais de 1,5°C mais quentes do que o nível de 1850-1900, e dois dias em novembro foram, pela primeira vez, mais de 2°C mais quentes.

Cada mês, de junho a dezembro de 2023, foi mais quente do que o mês correspondente em qualquer ano anterior. Julho e agosto de 2023 foram os dois meses mais quentes já registrados na série histórica global. O verão boreal (junho-agosto) também foi a estação mais quente já registrada no mundo.

Efeito estufa e El Niño

O calor é o resultado das contínuas emissões de gases causadores do efeito estufa, combinadas com o El Niño, que aquece as águas superficiais no leste do Oceano Pacífico.

Tags: Brasil, Calor, Clima, Mundo