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Publicado em 06/07/2018

OS -SOLIDÁRIOS- ESTÃO VIBRANDO

Por: Gilberto Simões Pires Foto: Divulgação

Em praticamente todas as edições do Ponto Critico, como de praxe, publico no espaço -MARKET PLACE-, que está logo abaixo do espaço editorial, não só os índices de inflação, como IPC, IPCA, IGP-M, IPC-S, IPC Fipe, etc., como os índices que medem a confiança e o comportamento da Indústria, Comércio e Serviços.

Pois, nos últimos dias todos os indicadores de inflação, por decorrência direta da terrível PARALISAÇÃO DOS CAMINHONEIROS, vem apresentando constante elevação, enquanto que os indicadores de produção e confiança, tanto de empresários quanto de consumidores nunca estiveram tão baixos.

Ora, se levarmos em conta que 86,64% da população de seis estados do nosso empobrecido Brasil– entre eles o Rio Grande do Sul – APOIOU de forma irrestrita a greve dos caminhoneiros, segundo pesquisa feita pelo Instituto Methodus na ocasião, tudo leva a crer, por óbvio, que este enorme contingente de brasileiros deve estar festejando muito, tanto a alta da inflação quanto as quedas brutais da produção e da confiança na nossa economia.

Como integro o ínfimo grupo que reúne os 13,36% restantes da população que desde o primeiro momento fizeram questão de NÃO EMPRESTAR SOLIDARIEDADE ALGUMA AOS GREVISTAS, como, aliás, deixei muito claro em vários editoriais, nos quais usei apenas a lógica de raciocínio, só tenho motivos para lamentar.

 

Mais uma vez, infelizmente, o baixo o nível de educação do nosso pobre povo entrou em campo para mostrar, claramente, que aqui a felicidade é um sentimento que deriva da ingenuidade misturada com altas doses de ignorância e muita idiotice.

Ora, sem tirar nem por, este enorme contingente de brasileiros que se disseram -SOLIDÁRIOS COM A GREVE-, muitos deles fortemente influenciados pela mídia, se colocou clara e totalmente a favor:

 

1- da queda da produção;

 

2- da alta generalizada dos preços dos produtos e serviços;

 

3- do aumento do desemprego;

 

4- da desvalorização do real, etc...

 

Resumindo: o que estamos colhendo é tudo aquilo que a maioria do povo plantou. Mais: a safra-crise promete ser das melhores. Pode?

 

 

 

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