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Publicado em 31/01/2018

O DILEMA DO BRASIL

Por: Gilberto Simões Pires

Depois de inúmeras experiências de cunho SOCIALISTA, as quais, sem exceção, produziram obstáculos enormes para impedir que o Brasil pudesse apresentar crescimento de longo prazo, mais do que nunca se faz necessário um efetivo e profundo CHOQUE DE CAPITALISMO para restabelecer a saúde econômica e social do país.

A rigor, a maionese começou a desandar a partir de 1975, quando Ernesto Geisel assumiu a presidência e deu início a criação de uma enxurrada de empresas estatais, que acabaram se tornando em grandes focos de corrupção. Detalhe importante que precisa ser levado em conta: enquanto na empresa privada o RISCO é do acionista, na estatal é do CIDADÃO.

A rigor, a maionese começou a desandar a partir de 1975, quando Ernesto Geisel assumiu a presidência e deu início a criação de uma enxurrada de empresas estatais, que acabaram se tornando em grandes focos de corrupção. Detalhe importante que precisa ser levado em conta: enquanto na empresa privada o RISCO é do acionista, na estatal é do CIDADÃO.

Pois, mesmo assim, com todas as provas disponíveis, a América Latina, através da Organização Comunista - Foro de São Paulo, achou por bem dar continuidade ao sistema usando Cuba como benchmarking. O resultado PRÁTICO, sem qualquer surpresa, aí está como bem mostra a terrível situação vivida pelo povo da Venezuela.

Enquanto o governo Maduro, da Venezuela, acelera em direção ao CAOS PROFUNDO, através de medidas desastrosas para a economia, o governo Macri, da nossa vizinha Argentina, não para de tomar medidas acertadas para tirar o país do marasmo. Ou seja, a Argentina, com Macri, está recebendo CHOQUES DE CAPITALISMO.

O nosso empobrecido Brasil, ainda que o governo Temer esteja fazendo o que pode para que o país, definitivamente, fique livre da nefasta Matriz Econômica Bolivariana, por vontade de muitos (como apontam as pesquisas eleitorais) está vivendo um DILEMA que só acontece por força da enorme LAVAGEM CEREBRAL de boa parte do povo brasileiro.

Uma grande parte, como se vê, está convencida de que o Brasil deve seguir os passos da Venezuela; outra quer o destino que está sendo seguido pela Argentina. As eleições vão desfazer o DILEMA.

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